domingo, 28 de dezembro de 2008

The last day of a new life!








































Uma ponta de cigarro do que foi um dia inesquecível, em que provei que posso dar ainda mais! Que o brilho nunca se apague... E mais fotografias virão!*

domingo, 21 de dezembro de 2008

Merry Christmas!


Ah e tal é Natal!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Não tenho tempo...


Momento atribulado e agitado que não me permite deleitar-me nas palavras...
Por agora, e nas próximas duas semanas vivo simplesmente para a fase final de um projecto de vida que se aproxima do fim!
Passou rápido e com uma força tão voraz que sinto as pernas tremer com o receio do abismo que se avizinha. Mas as forças não vão desvanecer-se. Sou um lutador e vou prosseguir de arma em punho.
O futuro às linhas está escrito, e acredito que algo de bom vai acontecer.
Mas agora. Agora esforço-me para terminar tudo com sucesso.

Volto em breve com a história das fotografias, com novas do final do curso, com um sorriso estampado no rosto (espero).

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Enquanto as palavras não chegam...

Road Trip...
Lisboa - Porto - Braga - Vieira do Minho - Gerês - Amares - Gerês- São Bento da Porta Aberta - Ruivães - Porto - Lisboa!



















quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Memórias Vivas!




Um destes dias deparei-me com um lugar mágico num dos tais lugares comuns. Uma casinha antiga, qual património do tempo de Marquês de Pombal, escondida por entre uma manifestação que se ouvia no ar, por entre portas por abrir, ali algures onde os raios de sol correm atrás dos raios lunares. Pormenores!
E lá estavam eles. Escondidos atrás da porta ansiando, ou não, serem descobertos por mais um olhar curioso. Confesso que podiam até desejar ficar assim, em estado vegetativo, sem serem incomodados, mas a jogar xadrez, a curiosidade venceu a vontade dos objectos. Aqui e ali, misturados numa paleta de gostos no mínimo improvável, móveis e decoração antiga, mas que não deixava de ser atraente, misturavam-se numa casa um pouco como o Vinho do Porto! Grande, assoalhada e com um odor que relembrava os avós. Falta sentida agora dos meus por serem demasiado modernos, tão em falta de memórias vivas.
Desloquei-me de máquina fotográfica em punho e captei os tais pontos que me provocaram um certo tipo de fascínio. Objectos de um nós por cá, de uma história de algures, de gentes de fora. Uma espécie de colecção de um qualquer mercador dos tempos passados que recolhia lembranças por onde passava.
E assim se deu uma tarde diferente. Nova, inesperada, fresca com cheirinho a pó. Assim se realizou o que precisava hà algum tempo. Uma janela aberta com ar fresco dentro da sala do meu passado vestido de presente! Incongroências portanto?

domingo, 9 de novembro de 2008

Pormenores


A vida é feita de pormenores. De pequenos pontos invisíveis escondidos por entre a azáfema de excentricidades. Lugares comuns recheados de surpresas incobertas em pasta de carmim.
Cada um de nós tem e dá um valor diferente a cada objecto, ou até mesmo sentimento, o que faz com que nos rejamos por vontades desiguais. Deste modo, em muitas alturas, bem sei, posso parecer estranho e improvável por reagir de forma inesperada quando me encontro com um desses pormenores. Mas tudo o que faço é simplesmente agir com a minha naturalidade, incompreendida pelos demais. Eu sei que coloco muito êxtase, é verdade, mas que fazer? Mil vezes uma verdade difícil de aceitar, somente uma a utilização de uma máscara.
Gosto de sensações, de diferenças, de tudo o que não seja comum! Faço da vida um pormenor com diferença, uma nova refeição sempre que me sento à mesa com a vida.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Descobridor...?


Sinto-me a boiar dentro de mim próprio. À deriva dentro do meu raciocínio. Esfixiado pela minha respiração. Atracado ao desgaste de um cérebro que não quer pensar.

Já não sei se penso porque existo, se existo porque penso. Só sei que já nada sei, e tudo o que queria era saber. O porquê? Quando? Onde? Quem? Vou riscar as perguntas e dedicar-me a outra parte da língua portuguesa. Dicionários! Aí tudo tem significado, e em muitos casos até mais do que um, e pelo menos assim não ando a navegar em ondas de dúvidas, em sentimentos armados em "Vascos da Gama". Já não tenho vontade para ser descobridor!

domingo, 2 de novembro de 2008

Na minha esfera!


Por dentro estou a tremer de medo. Sinto o corpo dermente com o frio que sinto percorrer cada ponta do meu corpo. O coração, feito iceberg de gelo, qual titanic em profundo choque.
Não estou com cabeça para floreados ou para ser demasiado profundo, neste momento apenas quero descarrgar a fúria e raiva que sinto por estar novamente num enredo que já conheço o desfecho. Chego à conclusão de que sou uma personagem à já muito vista numa qualquer novela mexicana!
Agora, aqui neste colchão desconhecido, mas já presença na minha vida, apesar de acompanhado, sinto-me sozinho na minha esfera egoísta e insensível! Cheiro-me e já não reconheço este odor. Olho-me e já não me reconheço. Apenas choro com pena de mim.
Quero dizer adeus, mas faltam-me as forças. Quero prosseguir, mas cego, não vejo o caminho. Vou sentar-me à beira-mar aguardando que a noite passe e que o nascer do sol me revele novas do outro lado do rio!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Turn back time...


Uma experiência cheia de riquezas desconhecidas. Uma lembrança que aperta o coração. Uma memória com desejo de repetição. Quem sabe para o ano haja mais, e eu ao invés de estar aqui a recordar o passado, não esteja novamente aí... Onde o sonho ganhou asas, onde a realidade me fez chorar, onde o abismo não importou mais! Fecho os olhos e ainda respiro o mesmo ar. Abro as mãos e ainda sinto o mesmo vento. Abro os olhos... E já não te vejo! Ficam as memórias! Fica a nossa história.


domingo, 19 de outubro de 2008

Shanti Ashtangi


Vande gurunam caranaravinde

Sandarsita svatma sukhavabodhe

Nihsreyase jangalikayamane

Sansara halahala moha santyai

Hala hala

Abahu purusakaram sankha cakrasi

Abahu purusakaram sankha cakrasi

Dharinam dharinam sahasra sirasam

Dharinam dharinam sahasra sirasam

Vande


Om Shanti, Om Shanti

Shanti shanti

Shantay Om



(Eu venero o gurú do pé de lótus
No despertar da felicidade da auto-revelação
Acima da compaixão
Trabalhando como um médico na selva
Para pacificar a perda da consciência
Do veneno de nossa existência
Com a forma de um homem
Com os ombros para o alto
Segurando um escudo, disco e espada
Milhares que tiveram suas cabeças como alvo
Eu faço uma reverência respeitosa
Paz)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Doces Agridoce


Eu sei que tento! Sei que luto e que permaneço na frente da linha de combate. Mas também conheço o sabor da derrota, de ver a taça apenas ali no pedestal, de olhar em redor e ver sorrisos que deviam estar na minha boca. Acordo diariamente, e lá vou eu novamente para este agridoce que apenas queria doce. Mas a vida é feita disto mesmo, de chupas com capa de açucar azedo, com interior de morango, tangerina ou kiwi.
Às páginas tantas risco uma folha em branco e passo para outra. Há dias em que não apetece escrever, há dias em que simplesmente não apetece viver. Hoje é um desses dias! É o momento em que me sinto com azia, que sinto a cabeça baralhada com esta confusão que instalo sempre que tudo corre bem, que me apetece apenas pernoitar no sofá e por ali mesmo adormecer. Não quero sentir! Por agora quero apenas existir e pedir que os sentimentos voltem no próximo domingo, depois da missa!
Uma vez mais apercebo-me do quão complexo sou e assusto-me com o reflexo que encontro no espelho! Agora não estou para ninguém, nem para mim, e muito menos para ti. Quero apenas fechar os olhos e esperar que melhores dias cheguem ao calendário. No fundo apenas precisava de um pouco de paz, de estar comigo outra vez, de gozar a minha companhia, de fugir um dia inteiro por aí sem dizer nada a ninguém! A rebeldia que tenho agora na minha vida é insuficiente comparada com o meu passado agitado e desconcertante! Preciso de ir ao supermercado comprar gomas…*

domingo, 5 de outubro de 2008

Aliança


As mãos vestem-se de ouro, prata, ou mesmo até outro material, o importante não é a matéria mas sim a simbologia. Por entre ruas e vielas, frequentemente encontramos pessoas que se passeiam atarefadamente usando um símbolo do tal amor eterno! São muitos os seres que o usam e que dão a esta pequena peça um valor tão profundo, que faria secar os maiores poços de água. Sorriem de felicidade quando a recebem, exibem-na aos amigos como prova do amor que alguém nutre por estes, e raramente a retiram do seu dedo, qual obra de arte em constante exposição! No entanto, existem também aqueles que não encontram qualquer tipo de significado nesta anilha, fazendo surgir assim o confronto quando dois seres com estes pensamentos opostos se unem numa relação com todos os ensaios de longa e duradoura!
E por entre ruas e becos, lá vou eu tentando encontrar o real sentido para um objecto ao qual nunca dei importância, a não ser quando vejo alguém interessante fisicamente e quero perceber se é ou não comprometido. Mas aí nasce então uma dura questão! Não vale de nada termos algo atado a nós que simboliza uma união com outro alguém, quando podemos perfeitamente retirar o anel sempre que desejarmos. Usar aliança não é sinónimo de fidelidade, e isso sabê-mo-lo perfeitamente…
E mais uma caminhada, e contínuo a pensar se esta tal aliança pode mesmo ser um verdadeiro símbolo do amor. Pablo Picasso eu sei que está relacionado com o Cubismo, o Fado com Amália Rodrigues , e Camilo Castelo Branco com o Romantismo (ou Ultra-Romantismo para ser mais preciso), agora, também sei que a aliança está relacionada com o casamento, o namoro, mas por entre estes quatro exemplos tão distintos, existirá alguma verdade pura e sincera no último? Acho este ritual tão falsário e desnecessário.
Mas a vida é feita disto mesmo. Por vezes encontramos razões que a própria razão desconhece e damos por nós envolvidos em crenças que não são as nossas, mas que por algum motivo nos conseguiram embutir e mostrar que pode até existir alguma beleza no gesto. E desta feita, para não fazer a desfeita, pensamos agora em arriscar e deixar o tempo passar. Quem sabe ela não incomóde e passemos até a achar uma certa graça à Senhora aliança? Sim, porque agora que chegou com este ar tão formal, há que tratá-la com todo o respeito, não vá ela decidir amuar e partir para outros dedinhos…

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Dança!

Dança até que a noite deixe de ser iluminada pela lua. Deixa o teu coração palpitar ao som do ritmo energético de cada música. Isola-te dentro de ti e liberta toda a tua energia. Não estás só, mas no fundo não consegues ver ninguém por debaixo dessa tua matilha de sensações! As luzes ofuscam-te a visão, mas isso também não tem relevância. O único caminho que precisas de saber é o do bar, e esse, já tu sabes de côr.
Percorre o teu corpo com as tuas mãos, sente cada parte como se fosse uma única nota numa enorme sinfonia, e no final, não importa o que possam pensar os demais, a tua missão foi cumprida! Chegas-te a casa após outra noite e conseguis-te sorrir para o espelho por teres sido novamente tu próprio, e não uma qualquer máscara previamente enfeitada em casa, rodeada de laçarotes mais dignos de gozo do que a fantástica missão de se ser único e especial, como esta nova dança!

sábado, 27 de setembro de 2008

Saudade I


A saudade! Ausência definida por um tempo, nâo permanência indefinida. Os sentimentos apertam-se dentro do armário de vestir esperando que saiam pendurados numa qualquer gola de um casaco. Mas por agora não está frio, tempo ameno, raramente preciso dele. Distanciamento provocado por factores alheios, contacto vocal quase que diário, e o que sinto cá dentro, no coração? A palavra certa custa a sair, assim como a percepção do que se passa realmente nesta mente tão instável e complexa!
Uma primeira semana de surpresa por sentir falta de algo ao qual já me tinha habituado. Alguns dias de ansiedade desejando até que o regresso fosse rápido. Dias depois, e já estava acomodado à nova situação. E agora quando voltares? Que direi eu ao espelho quando voltar a ver-te? Que senti saudades quando não tenho certezas de que tenha sido isso o que senti verdadeiramente? Por agora relaxo na cadeira de pele enquanto olho o calendário… Ainda falta!

domingo, 21 de setembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

" Daniel e Gabriel "


Ele olhou para o abismo e a vontade de saltar fê-lo recuar para ganhar balanço. Contou até três! Um. Dois… A sua mão foi puxada pela força do sentimento que deixava para trás. Voltou-se em si mesmo e encarou o verde de um olhar que julgara não mais voltar a ver. Uma lágrima antecedia um choro que deixou correr no seu rosto.
O vento soprava em euforia desalinhando os cabelos de David, dando-lhe um ar dessarumado que sempre odiara. Mas Gabriel não se importava com os desalinhos, queria apenas tirá-lo dali e esquecer que algum dia havia quase perdido o seu grande amor. Ambos de mãos dadas olharam o oceano em sintonia, e após limparem as mentes de tristeza, respiraram juntos e voltaram para trás.
Caminharam assim em silêncio num tempo que não contaram. Nem uma só vez voltaram a trocar um olhar, mantendo-se compenetrados em organizar as palavras para quando precisassem delas. Esperava-os novamente a continuação de um desempenho audaz, e a coragem precisava de ser a maior aliada nesta caminhada.

domingo, 14 de setembro de 2008

AllStars e Saltos Altos?


Vida de um puto com a mania das tendências, das revistas escritas em tamanhos de bíblias que ditam o que vestir e o que não vestir, da rebeldia em se recusar a não possuir a nova shopping bag... Vida de um puto que insiste em usar AllStars e tentar andar num mundo de gajas de saltos altos, que se aflige em segredo por temer não estar à altura do desafio, e que sorrie por finalmente ter a certeza de estar no caminho certo!

No final sei que vou entrar no "The Devil Wears Prada", mas pelo menos sei que vou começar com mais estilo do que a Andy Sachs (Anne Hathaway). Modesto portanto!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

I will love you...


Aqui me aconchego em mais uma cama. Lençóis arrumados e passados a ferro por uma história de outrora. Desejo distante, presente e realizado com contornos tão inimagináveis que me engasgo no novelo que tenho ainda na garganta.
Datas que interferem no meu calendário, e um somatório de anos que ganham vida num número de meses que cabem na palma da minha mão, nos meus simples dedos aliás! Olho para trás e percebo que tudo tem o seu momento para acontecer. E o desejo? Mantido por ter hibernado, ressurgido, mas por vezes escondido. Agora. Baralho o que sinto e vejo-te como um vírus que se começa a apoderar de mim de uma forma tão diferente, que nem me importo que estejas aqui quando quero que sejas longe. A conquista acontece quando pensamos que temos a porta fechada para esse tal vendedor de casa em casa. Encontras-te uma chave que não te dei, e essa busca por um cofre que guardo dentro de mim já não é necessária, tens a mão na fechadura…
Conheço-me a ponto de saber o quão crú e despido de verdades sentimentais posso ter sido. E sei que sou um ilusionista da paixão, pois consigo fazer magia quando ela nem existe. Mas conseguirei continuar a mentir quando me começo a adaptar, a assimilar a uma verdade, a deixar-me levar?
Todos sabem o que é o amor de nome, mas conseguem dar-me a mesma explicação? Uma definição homónima e sem rasto de subtítulos? O amor é aquilo que fazemos dele, é o que sentimos, é o que queremos e fazemos, é o momento! Nunca gostei da palavra “amo-te” pelo simples e irónico poder que ela possui, mas poderei algum dia utilizá-la quando te olhar olhos nos olhos e me fizeres chorar de felicidade? Nessa altura terei de te transmitir toda a alegria que sentir, e fazer-te sentir poderoso por derreteres o gelo que vem congelando o meu coração. Já não debito esperanças no velho sonho de ser amado pelo meu verdadeiro amor. Cansei-me de esperar que um dia este tal amor deixe de ser tão novelesco para se tornar real!
Neste dia, tão alinhavado de futuro, prepara-se para apenas ser. Se já conseguiu crescer em tão pouco tempo, carregado de anos, então as coisas começam a encaminhar-se. E como um amigo um dia disse: “ As pessoas sobrevalorizam demasiado o amor!” E é precisamente isso o que vou deixar de fazer, porque afinal, raramente ficamos com os nossos princípes encantados, e no final de contas, só a Cinderela viveu feliz para sempre…

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Isla Magica - Take II

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Os gritos que se ouvem constantemente são realmente meus... Mas não eram de medo, mas sim de gozação por a montanha russa ser deveras o melhor da isla magica!

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As cadeirinhas eram o que se chama de "Alice no País das Maravilhas"! Ou algo relativo ao mundo encantado... Só me faltava o vestidinho e um chapéu com um laçarote.

Isla Magica...


















Momentos fotográficos de um dia inesquecível!

A isto se diz: "Valeu cada cêntimo!"